Arredores

O terreno ao redor do forte Presa do Leão é hostil. Contando principalmente com um relevo acidentado e rochoso, os campos são entrecortados por valas, fossas e fendas abruptas que podem engolir carroças desavisadas. Por vezes alguns pastos curtos de grama amarelada surgem para quebrar a monotonia da savana e, ainda mais raro, pode-se ter a esperança de encontrar um ou outro bosque esparço com árvores como eucalipto, olmo, acácias, pequizeiros, cajazeiros e mimosas. Para o leste existem as montanham que cercam toda a costa de Belregard. Costa esta sem praias convidativas, contando com paredões rochosos de quedas quilométricas até o mar bravio. A vida selvagem luta para sobreviver nas <meta />manadas de búfalos, urubus, e gazelas nas savanas comuns entre Braden e Belghor. Existem ainda os pequenos fenecos, as hienas, os chacais, javalis e mangustos.

Existe um bosque grande o bastante ao sul do forte para garantir a manutenção dos recursos locais, além de um rio que empresta um pouco de sua água aos poços por trás da muralha e na vila dos fazendeiros. A situação atual, de tensão perando a guerra que pode chegar até o forte, faz com que o barão seja cuidadoso ao utilizar seus soldados em missões externas, de modo que o emprego de cavaleiros mercantes e mercenários tem sido comum. 

Como a guerra sacode o restante de Braden, até mesmo os párias são empurrados para a direção da segurança e é sabido que as montanhas, colinas, paragens e fendas estão ocupadas degenerados que buscaram refúgio neste lado ainda intocado pela conflagração. De uma forma ou de outro, o conflito chega para todos. 

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Belregard: Entre a Cruz e a Espada jnsbmm jnsbmm